Como divulgar uma loja virtual

Como divulgar uma loja virtual Você já possuí uma loja virtual ou está pensando em fazer uma? Se você chegou até este texto é porque você está se perguntando: Como divulgar uma loja virtual? Depois que você passou por todas as etapas de implantação da sua loja virtual, chegou a hora de divulgar e trazer vendas para o seu e-commerce. Existem diversas formas de você divulgar e impulsionar uma loja virtual. Duas das principais formas são através de SEO ou de anúncios pagos no Google, Facebook e Instagram. O SEO é uma técnica utilizada na loja e no cadastro das categorias e produtos, para que o Google encontre a sua loja, sem que você precise investir em Google ADS (anúncios pagos). A principal vantagem do SEO é que você “teoricamente” não gasta nada para que o Google te encontre. Sempre bom lembrar que, dependendo do produto ou nicho, pode ser que você não consiga ou que demore até chegar em um bom resultado. O que é considerado um bom resultado? É aparecer na primeira página do Google. Fato é que, se você não aparece nas primeiras páginas do Google, sua loja virtual não existe. Mas como posso aparecer na primeira página do Google? A forma mais rápida é fazendo anúncios pagos. Fazendo anúncios, é garantido que aparecerei na primeira página do Google? A resposta é: – Nem sempre. Isto por que o Google leva em consideração diversos fatores para qualificar os anúncios, e um dos principais é o leilão. O que é isso? Na prática, quando você faz o anúncio, decide quanto quer pagar por uma palavra-chave e quanto você quer investir por dia. Porém, se o seu concorrente ofertar um pouco mais e tiver um anúncio com uma melhor qualidade, certamente ele ficará na sua frente. Ou, se o seu investimento for baixo, pode ser que o seu anúncio não seja vinculado com uma maior frequência. Fazer anúncio no Google é garantia de vendas? Anúncios são fundamentais para que as pessoas cheguem até a sua loja. Porém, a venda depende de diversos fatores. Geralmente, as pessoas que buscam produtos para comprar pela internet estão buscando: Preço / Frete Barato ou Grátis / Facilidade de Compra. De nada adianta você fazer anúncios se o seu preço não for bom ou se o seu frete for muito caro. Então, antes de impulsionar o seu e-commerce, faça uma pesquisa e verifique se você é competitivo no nicho de mercado que está inserido. Além do Google Ads, existe outra forma de impulsionar minhas vendas? Sim, também existe a possibilidade de fazer anúncios no Facebook e Instagram. Mas atenção: é comum as pessoas clicarem naquela mensagem “Impulsionar publicação” que aparece logo abaixo das postagens no feed. Mas esta não é a melhor forma. Existe um painel específico do Facebook/Instagram para criar e gerenciar anúncios, o Facebook Business. No painel administrativo do Facebook Business você consegue configurar e segmentar melhor seus anúncios e pode (deve!) criar um pixel, que ajudará você a entender o comportamento do cliente e ir ajustando os anúncios até que venda. É um trabalho que exige dedicação, mas é isto que traz resultado. Ainda no painel é possível escolher diversos objetivos para o anúncio, subir ou integrar o seu catálogo de produtos e muitas outras funções. Qual o melhor? Google ou Facebook/Instagram? Tudo depende do seu projeto. Mas pela nossa experiência, é possível afirmar que quem quer vender precisa fazer Google ADS. Porque o Google ADS é o melhor caminho? Pelo simples fato de que quando alguém busca por um produto no Google, ele já está decidido a fazer a compra. Isto não significa que Facebook e Instagram não vendam. Porém, dificilmente vemos alguém decidido a fazer uma compra, buscando o produto nessas redes. Facebook e Instagram funcionam muito bem para trabalhar Branding. Mas é totalmente possível fazer anúncios bem segmentados, e fazer vendas de impulso, para pessoas com interesse naquele produto. Uma outra forma pouco conhecida por donos de lojas iniciantes é o Google Shopping. Ele é um catálogo de produtos em forma de anúncio. Para alguns nichos, é a principal forma de vendas. Veja outras formas de impulsionar as vendas da sua loja virtual: Marketplaces: Um marketplace é uma loja virtual, com diversas lojas vendendo dentro delas. Os principais são: Mercado Livre, Americanas, Casas Bahia e Magazine Luiza. nele você vende seus produtos através destas plataformas e paga uma comissão de até 17% em cima das suas vendas. A vantagem é que toda parte de divulgação e anúncios é por conta deles e, algumas empresas utilizam deste recurso ao invés de ter uma loja virtual própria. Afiliados: São pessoas que possuem blog ou base de e-mail e divulgam a sua loja em troca de comissão. Influencers: São pessoas com bastante seguidores nas redes sociais e que divulgam o seu produto. Geralmente eles cobram um preço fixo para fazer esta divulgação. Existem diversas outras formas mas as mais usuais são as citadas acima. Agora que você já tem um norte, deve estar se perguntando quanto é preciso investir para iniciar os anúncios e vender. Tudo depende muito do nicho, mas para iniciar suas vendas com anúncios, indicamos começar com um investimento entre R$ 800 até R$ 1.200 para Google e o mesmo valor para Facebook e Instagram. Por quais tipos de anúncios devo iniciar? No Google existem diversos formatos de anúncios. Os três tipos mais usados são: Rede de Pesquisa, Rede de Display e Google Shopping. O mais indicado é fazer alguns anúncios de Rede de Pesquisa e de Google Shopping. Já a rede de display é mais usada para Remarketing e Branding. Para lojas com pouca quantidade de acessos, não indicamos fazer anúncios de remarketing. Tem como ser mais assertivo para aproveitar melhor o investimento? Sim. Neste caso, indicamos que você faça um anúncio utilizando uma Landing Page. Esta Landing Page pode e deve ser usada para capturar contatos. Para isso, o ideal é oferecer algo em troca do e-mail, como um cupom ou até mesmo um e-book.
O que é uma plataforma de comércio eletrônico?

Plataforma de comércio eletrônico – saiba o que é Atualmente as lojas virtuais estão cada vez mais presentes no cotidiano das pessoas, e para que a sua empresa seja uma das opções destes consumidores na web, você precisa saber o que é uma plataforma de comércio eletrônico. É por isto que hoje vamos te explicar o que é uma plataforma de e-commerce. A plataforma é onde você consegue expor os seus produtos e ao mesmo tempo gerenciar a sua loja virtual. Isto é, através da plataforma mais indicada para o seu tipo de negócio, você poderá controlar o estoque e o frete, por exemplo. Poderá proporcionar um ambiente de compra ideal para o seu cliente, e ainda, obter relatórios que poderão te ajudar em estratégias da sua empresa. Uma loja virtual é a vitrine para os seus produtos, e a plataforma de comércio eletrônico engloba o todo do seu negócio. Como isso funciona na prática? Existe apenas uma plataforma? Ao escolher uma plataforma, você estará escolhendo também o ambiente onde vai concentrar desde aspectos administrativos do seu negócio, incluindo questões de marketing e até o próprio relacionamento com o cliente. É assim que funciona na prática a implementação do seu negócio em uma plataforma de comércio eletrônico. Então, se você quer saber mais detalhes do que constitui uma plataforma, saiba que elas têm tipos, preços, customizações e integrações variadas. Mas já vamos deixar claro que, para você escolher uma ou outra plataforma, aspectos individuais do seu negócio e dos seus objetivos deverão ser observados. E, para isto, é importante que você conte com equipes especializadas em comércio eletrônico e implementação das lojas virtuais. A escolha da plataforma para o comércio eletrônico Como dissemos anteriormente, as plataformas de comércio eletrônico podem ser de tipos diferentes, isto é, podem ser softwares de código aberto (open source) ou plataformas SaaS (software as a service), ou serviços de software online. As plataformas de código aberto, permitem mais flexibilidade na hora de montar o seu e-commerce. Um exemplo, são os layouts personalizáveis. Elas também são mais adaptáveis se você precisar de alguma funcionalidade específica para o seu negócio, mas em contrapartida você precisa contratar um suporte de manutenção e a hospedagem em separado, por exemplo. Enquanto as SaaS, são plataformas mais estáticas quanto aos layouts, e têm a característica de serem consideradas mais seguras. Este é o tipo de plataforma pelo qual é preciso que se pague um valor fixo de aluguel da plataforma, que já vem com o suporte e a hospedagem incluídos. Muitas delas também cobram comissões sobre as vendas realizadas. Outro fator que você precisa observar ao escolher uma plataforma é se ela têm funções compatíveis com as ferramentas do Google. Sabe porquê? Existem plataformas que te possibilitam ajustes que podem ajudar no SEO do seu e-commerce. Então, quando você escolhe uma plataforma que viabilize a otimização para os mecanismos de busca, você acaba optando também por uma plataforma que vai te ajudar a reduzir custos com mídia paga. Já que você poderá otimizar o SEO para posicionar organicamente o seu produto. Do mesmo modo, ao escolher uma plataforma de comércio eletrônico que tenha uma vitrine (layout) ajustável, isto ajudará na própria exposição e divulgação dos produtos comercializados ali. Lembre-se: ao escolher uma plataforma de código aberto (Open Source), você terá todas estas e mais possibilidades, mas precisará contar com um equipe de manutenção do seu e-commerce. Plataforma responsiva e com mais métodos de pagamento Não esqueça que a maioria dos negócios eletrônicos são acessados por smartphones ou outros dispositivos móveis. E por este motivo, o seu e-commerce deve ser implementado em uma plataforma responsiva, ou seja, que tenha um bom design quando for acessada por estes meios. Ah! Velocidade também conta na boa experiência de compra para um usuário. Quanto aos métodos de pagamento, existem plataformas que oferecem mais ou menos opções. Então, escolha uma que se encaixe melhor na forma de pagamento comumente utilizada pelos seus clientes, e evite que compras não sejam efetuadas por você não apresentar opções de formas de pagamento. Vantagens Bom, você já tem as informações básicas do que é uma plataforma de comércio eletrônico, e nos links que te direcionamos você encontra como escolher a melhor para o seu tipo de negócio, certo? Mas aqui, neste conteúdo, ainda vamos te dizer 5 vantagens de implementar o seu negócio em uma plataforma online: 1- O e-commerce brasileiro cresceu 22,7% em 2019, em comparação ao ano anterior. Os dados são da 2ª edição do relatório NeoTrust, que traz os indicadores do e-commerce no país. 2- Um e-commerce bem otimizado, com técnicas de SEO, impulsiona suas vendas através de buscas orgânicas. 3- Ao contratar uma agência para fazer a implementação do seu e-commerce você terá suporte de quem entende de comércio eletrônico, e que já conquistou resultados reais para as empresas que atende. 4- Seu negócio não dependerá mais de vendas apenas no horário comercial. Isto mesmo, continue vendendo em horários que o cliente resolver comprar, e não somente quando sua loja estiver de portas abertas (como acontece nas lojas físicas). 5- Ofereça a comodidade para seus clientes, principalmente em tempos de pandemia, em que as vendas online também estão aumentando. A plataforma mais utilizada Hoje, mais de 31% das empresas que vendem pela web, estão na plataforma Magento, como a Samsung, Nokia, Nike e mais. A Magento oferece as duas opções que falamos aqui, Open Source e SaaS. Ou seja, são grandes marcas utilizando a plataforma que empresas de qualquer porte podem utilizar. Não importa se você quer vender para empresas ou para o consumidor final, isto é, se o seu negócio é voltado para o B2B ou B2C. O importante é que você escolha (e logo) uma plataforma que atenda aos seus interesses e do seu público. Por isto, assim que optar por fazer a implementação do seu negócio em plataformas de comércio eletrônico, saiba que a aqui na Tercerize somos especializados neste tipo de atendimento. E também utilizamos Magento como nossa aliada para os
Checklist para E-commerce

Certamente você já deve ter estudado bastante e já sabe que ter uma loja virtual não é mais uma opção e, sim, uma obrigação. Porém, certamente você chegou a um ponto em que muito provavelmente está confuso, pois são muitos termos que você não domina, ferramentas que você não conhece, além de diversos métodos de pagamento e entrega disponíveis. Para ajudar a tirar suas dúvidas, criamos um checklist com todas as etapas para você implantar e começar a sua loja virtual ou operação de vendas pela internet. Etapa 1 – Planejamento Escolha do nicho ou produto Definição do público ou persona Região de atuação (local, regional, nacional) Faça uma pesquisa para saber se há público ou buscas pelo seu produto, caso não haja, às vezes é preciso construir este público antes de iniciar as vendas Entenda suas fragilidades / Faça uma planilha S.W.O.T.S Registre sua Marca Registre seu Domínio Defina seu investimento Identifique o número de pessoas necessárias para tocar sua operação (atendimento ao cliente, embalagem e despacho, controle de compras/estoque) Etapa 2 – Contabilidade Escolha um modelo de empresa (MEI ou Simples) Identifique junto com seu contador a melhor forma de tributação para o seu negócio Etapa 3 – Escolha da Plataforma Opte por um tipo de plataforma que melhor atenda o seu modelo de negócio e que esteja de acordo com o seu investimento Existem dois modelos de plataformas. As OpenSource e as Saas. No modelo Opensorce, você é o dono do código e, na Saas, você aluga um sistema de loja. Bom lembrar que, na opção OpenSouce, você será totalmente responsável pelo seu código. Então, se você não conhece programação ou não tem como contratar um programador, esta certamente não será uma boa escolha. Sua loja deve ter um layout clean, portanto na hora de escolher a plataforma, escolha uma que possibilite a personalização do layout. A plataforma deve conversar bem com o Google, principalmente na questão de SEO. Sua loja deve carregar muito rápido, no mínimo 3s e no máximo 8s. É bom testar outras lojas que utilizem a plataforma antes de contratá-la. Sua plataforma deve ter conexão com a maioria dos ERP de mercado. Caso não tenha, não é uma boa escolha. Ela deve ter integração com a maioria dos Marketplaces. Mesmo que você não vá utilizar num primeiro momento, é sempre bom ter esta opção na manga. Fuja de plataformas que viram seu sócio através da cobrança de taxas e comissões sobre as vendas. Etapa 4 – ERP (sistema de gestão) Escolha um ERP que tenha integração com a maioria das plataformas de E-commerce. Desta forma, se você precisar trocar de plataforma, evitará dores de cabeça. O ERP deve atender o seu nicho, bem como o seu modelo de tributação. Ele deve ser online. Ter integração com os correios. Gerar NF-e. Controlar e Gerenciar produtos, pedidos e estoque em sincronia com a loja. Integração com os métodos de pagamento Integração com transportadoras Etapa 5 – Métodos de Pagamentos Existem três formas de você receber os pagamentos em sua loja: Através de integração direta com as operadoras de cartão de crédito, através de Gateway de Pagamento e através de Intermediários. Atualmente, a melhor opção tem sido usar um intermediário, pois eles fazem todo o “trabalho” e você só paga um percentual sobre o que for vendido. Faça uma pesquisa sobre as melhores taxas para o seu negócio, levando em consideração sua margem de lucro, formas de pagamento que seu público deverá utilizar de forma mais frequente, etc. Etapa 6 – Frete e Logística Duas das principais formas de entregar seus produtos são: Correios e Transportadoras. Os Correios só aceitam pacotes com no máximo 30 quilos. Fora deste peso você deve fazer a entrega obrigatoriamente por meio de transportadoras. A melhor forma para fazer a integração com transportadoras é utilizando um Gateway de entrega. O serviço online de cotação de frete oferecido pelos Correios geralmente está fora dor ar ou com instabilidades e pode inviabilizar o fechamento da compra do cliente. O frete é parte fundamental na hora da conversão, por isso é bom ter um bom serviço de frete, com entrega rápida e bons preços. Etapa 5 – Cadastro de Produtos Tenha descrições completas e atrativas do seu produto. Tenha boas fotos, pois fotos ajudam na hora da venda. Etapa 6 – Marketing A melhor forma de você atrair clientes é através de Anúncios e de SEO. SEO é a otimização de produtos para que apareçam na primeira página do Google, sem o pagamento de anúncio. No início do projeto é fundamental investir em anúncios no Google ADS e Google Shopping, pois o SEO pode demorar a dar resultado. Se você precisa que sua marca e produto seja conhecido (empresa nova, lançamento de produtos), faça campanhas pagas também no Instagram e no Facebook. Capte o e-mail dos clientes em seu site e monte uma lista para enviar campanhas promocionais. Faça campanhas de frete grátis para atrair novos clientes (uma boa experiência de compra é a melhor propaganda para sua empresa) Faça campanhas de cupons de primeira compra, para indicação, cupom de segunda compra, desconto para clientes vip, tanto para captar novos clientes, como para manter os clientes comprando de forma recorrente. Etapa 7 – Equipe Uma pessoa para o administrativo Uma pessoa para atendimento ao cliente. Uma pessoa para logística. Uma pessoa de marketing (Pode ser terceirizado) Uma pessoa de criação (Pode ser terceirizado) Etapas para Implantação de um Loja Planejamento Criação do layout Implantação de layout Criação dos banners iniciais (bom lançar com promoções e produtos atrativos) Integração dos métodos de pagamento Integração dos métodos de entrega Integração ERP Cadastro / Importação dos produtos Teste de sincronização de produtos x estoque Teste de compra Publicação da loja Quanto devo investir em anúncios para vender? Indicamos iniciar com R$ 1.200 para testes no Google E algo em torno de R$ 800,00 para Facebook e Instagram É importante fazer estes testes iniciais para ajustar os anúncios e conforme os resultados de performance, planejar um investimento
Como impulsionar um e-commerce

Como impulsionar um e-commerce
Automação de marketing para e-commerce

Automação de marketing para e-commerce
Quando devo ter uma loja virtual

Vender pela internet é uma ótima opção para quem quer começar a empreender ou tem um pequeno negócio e quer ampliar as vendas de um negócio físico. Uma das formas mais comuns de iniciar este processo é recorrer aos marketplaces, como o Mercado Livre, por exemplo. É uma ótima forma de iniciar as vendas sem precisar investir muito ou como uma forma de se testar e testar o produto, antes de investir na venda online como um negócio de fato. Porém, com o tempo, este tipo de venda começa a apresentar algumas limitações e muitas pessoas pensam em montar uma loja própria. A principal reclamação de quem vende pelos marketplaces é com relação às altas taxas de comissão. Muitas vezes se tem bom volume de vendas, porém, não se consegue ter um lucro expressivo, pois quase todo o valor é gasto com comissões. Outra questão é que não se consegue ter um relacionamento com o cliente e vender mais de uma vez para a mesma pessoa, pois o cliente não é seu e sim do marketplace. Essa é a realidade de muita gente que vende pela internet. Aí, vem a dúvida: Vale a pena ter um e-commerce? Fazer uma loja nos dias atuais não é uma tarefa tão difícil, pois existe uma variedade enorme de plataformas. Algumas delas facilitam ao máximo para que você mesmo faça a sua loja sozinho. Basta colocar o logo, fazer algumas configurações, cadastrar os produtos e em minutos a loja está apta para fazer vendas. Esta facilidade faz com que muitas pessoas se precipitem, achando que vender pela internet é algo simples e fácil. Mas, não basta fazer uma loja e colocá-la no ar. Ela não vai vender sozinha. Antes de começar sua loja, você deve ter conhecimento de todo o ecossistema que envolve vender pela internet. Devo ter minha própria loja virtual? A resposta para esta pergunta é: Sim! Qualquer empresa ou pessoa pode e deve ter uma loja virtual para ajudar nas suas vendas. Tendo uma loja própria, você tem autonomia sobre os preços, promoções, formas de entrega e pagamento, além é claro, de ter liberdade para relacionar-se da melhor forma com o seu cliente e até oferecer um atendimento personalizado. Porém, é necessário entender que, diferente do marketplace, agora o negócio será seu e terá que fazer investimentos. Isso é básico para qualquer negócio, seja ele físico ou online. Investimento A meu ver, o investimento é o ponto mais importante de um projeto de e-commerce. É importante traçar uma estratégia que leve em consideração sua capacidade de investimento, para que os gastos sejam feitos de forma acertiva e sem desperdícios. Quando se vende através de marketplaces, o investimento em marketing e publicidade é feito por eles. Se você está iniciando, dificilmente terá grana suficiente para bater de frente com os marketplaces ou com seus concorrentes. Então, é natural que as vendas na loja própria sejam menores no início. Mas não se preocupe, existem estratégias para atrair novos clientes e você pode seguir vendendo dentro dos marketplaces e aos poucos ir fazendo pequenos investimentos, até que a sua loja comece a vender. O ideal nesta etapa é trabalhar sua marca, ao invés de focar 100% em vendas. Invista em divulgação para que sua loja fique conhecida. Outro fator que devemos levar em consideração é o tempo de retorno. Sempre se corre o risco de não vender logo. Então, deve-se estar preparado para colocar grana na frente e esperar o resultado vir com o tempo. Marketing Digital Ter noções básicas de Marketing Digital é fundamental para que você consiga resultados a curto e a longo prazo. Vou listar aqui alguns itens que são fundamentais para vender pela internet e para que seu negócio tenha sucesso. É importante que você saiba o básico de cada um deles, pois essas informações te ajudarão a tocar o seu negócio sozinho ou, se for contratar alguém ou uma agência para te ajudar, saber o que cobrar e como mensurar resultados. As áreas do Marketing Digital que você precisa conhecer são: SEO, anúncios no Facebook / Instagram e Google, e-mail marketing, afiliados, conteúdo, social media, analytics e KPI para poder mensurar resultados, usabilidade, mix de produtos e preço, além de outras um pouco mais avançadas que não cabem eu listar aqui. Vou explicar de forma sucinta cada um deles: Anúncios Facebook/Instagram e Google. Toda loja, seja física ou online precisa de pessoas visitando. Sem visitantes (tráfego) é impossível vender. Porém, para colocar anúncios é preciso fazer investimentos. Investimento, lembra? Nas etapas iniciais pode-se fazer investimentos baixos, mas se faz necessário. De todas as ações de marketing, anúncio é o que de fato vende, o que não significa que devemos negligenciar as outras. SEO – Search Engine Optimizion – Diferente dos anúncios, o SEO é a técnica que consiste em otimizar sua loja para que o Google encontre seus produtos e liste nos resultados de forma gratuita. Chamamos isso de resultados de buscas orgânicas. O ideal é que se tenha um equilíbrio entre anúncios pagos e resultados de buscas orgânicas. E-mail Marketing – Alguns chegaram a dizer que ele estava morto. Ledo engano. Ele está muito vivo e é fundamental para que a loja tenha vendas de forma recorrente. Tenha uma ferramenta para administrar os clientes ativos na loja e pense sempre em oferecer algo em troca do e-mail dos visitantes, como um brinde ou desconto para a primeira compra. É a forma mais barata de você atingir resultados a médio e longo prazo. Afiliados – Em alguns projetos de e-commerce é possível ter blogueiros como afiliados. Ou seja, pessoas que possuem audiência, vendendo para você, em troca de um percentual. Para alguns tipos de produtos, funciona muito bem. Conteúdo – Ter um blog com textos/conteúdos relevantes para seus clientes é fundamental para ajudar no SEO e na conversão de visitantes em possíveis clientes. Um dica é oferecer e-books, tutoriais e manuais dos produtos. Estes materiais devem ter a função de educar o seu cliente para comprar e usar
Como Evitar Carrinho Abandono de Carrinho

Uma das principais dores de cabeça de todo dono e gerente de e-commerce é o abandono do carrinho de compra. Quando isso acontece, aparecem várias hipóteses sobre o motivo do abandono na cabeça de quem administra a loja virtual. A principal delas é o frete alto, o que de fato pode ser um dos fatores da alta taxa de abandono de carrinho. A Sales Cycle, realizou uma pesquisa, nos Estados Unidos, sobre carrinhos abandonados em 2018 e os dados obtidos dão uma boa noção dos motivos e também dos principais segmentos que possuem o maior índice de abandono. (Estamos em 2020 porém os dados se mantêm atuais.) Segundo a Sales Cycle o segmento do varejo encabeça a lista com o maior número de abandono de carrinho, 75,6%. Seguido do segmento da Moda com 69,1%, Viagens com 81,1%, empresas sem fins lucrativos com 75,6%, Finanças com 80,4% e demais setores finalizam com 75,6%. Ao contrário do que se esperava, o frete não é o principal motivo e sim “o apenas olhando” foi assinalado como a principal causa do abandono de carrinho. Em segundo, vem o frete, em terceiro vem “estava comparando preço”, em quarto “olhando para comprar na loja física”, em quinto o método de pagamento e em sexto, problemas técnicos na loja virtual. Mesmo a pesquisa sendo de fora do Brasil, aqui não estamos muito distantes dos dados apresentados pela Sales Cycle. Agora que sabemos os principais motivos de abandono de carrinho, você sabe como evitar? A principal dica é: faça um checklist das causas citadas acima e veja se você não tem algum dos problemas citados na sua loja. De posse das informações, separei algumas dicas para você seguir e tentar evitar o abandono de carrinho: Tente ter um frete competitivo; Evite forçar o cliente a fazer um cadastro muito longo; Tenha um checkout simplificado; Pegue primeiro o e-mail como campo principal; Tenha uma pesquisa ou um chat ativo para saber qual a real causa do abandono e para ajudar o seu cliente a finalizar a compra. E a dica principal: tenha uma ferramenta de automação de marketing que possibilite identificar de forma automática o abandono e fazer diversas vezes a recuperação do carrinho abandonado. O uso de um E-CRM/Automação ajudará não somente na recuperação do carrinho, como a fazer outras ações de recomendação de produto e entrega de conteúdo, até que o seu cliente esteja apto a comprar de você. Segundo a Oberlo, plataforma de Dropship da Shopfy, lojas que enviam acima de 3 e-mails de forma automática, convertem até 69% a mais do que aquelas que enviam apenas um e-mail de recuperação de carrinho. Outras duas dicas de ouro: colocar um pop-up de abandono de carrinho ofertando um cupom ou frete grátis na hora em que o seu cliente for abandonar o carrinho e ofertar um cupom de desconto para finalização da compra. O cupom pode ser oferecido, tanto no popup de abandono, como no e-mail de recuperação. Espero que tenha gostado das nossas dicas e caso tenha ficado alguma dúvida é só nos contatar em qualquer um dos nossos canais. Será um prazer poder ajudar.
O que é CRM para E-commerce

O que é CRM? A sigla CRM significa Customer Relationship Management. Traduzindo em uma linguagem simples, é a gestão de relacionamento com o cliente. O CRM vai muito além de uma simples ferramenta, é uma metodologia muito utilizada, principalmente por equipes de venda. No CRM para vendas, o foco esta mais na gestão das vendas e todos os seus estágios, que pode variar de empresa para empresa. As equipes de venda utilizam CRM para estruturar seus funis de venda, com etapas que vão desde a prospecção, geração de oportunidades, negociação, até o controle do histórico de vendas para cada cliente. O que é CRM para E-commerce? CRM para e-commerce é bem diferente de CRM para vendas. No CRM para e-commerce o foco está no “ciclo de vida” do cliente, após qualquer tipo de conversão na loja e no pós-venda. Lembrando que, quando falamos em conversão, não significa que o cliente já realizou uma compra. Conversão pode ser qualquer interação dele com a loja, como uma assinatura de newsletter, resgate de um cupom de desconto, download de um e-book, cadastro em uma landing page. Através das ferramentas de CRM para e-commerce, criamos réguas de relacionamento para manter o cliente interessado até que ele esteja apto a comprar, caso ainda não tenha realizado o pedido, e também criamos novas oportunidades para que ele faça novas compras. O que são Réguas de Relacionamento? Réguas de relacionamento são automações feitas para entregar aos clientes conteúdo rico, descontos, produtos relacionados e promoções, de acordo com as segmentações feitas na base de dados. Através do CRM, sabemos em que etapa da jornada de compras o cliente esta e, com as réguas, entregamos exatamente o que ele precisa em cada etapa. Um exemplo clássico é a assinatura de newsletter. Se a pessoa se cadastra mas não compra, sabemos que ela tem interesse mas não sabemos ainda em qual produto e nem qual é o seu perfil. Então, damos a ela um incentivo para que faça a primeira compra, como um cupom de desconto, e assim teremos mais informações para que ela avance na régua. As réguas mais usuais em um CRM para e-commerce são as seguintes: Cupom para quem se cadastrou mas ainda não comprou Carrinho abandonado Cupom para segunda compra Upsell Crossell Clientes por ticket médio Refil / Obsolescência de produtos Conteúdos de uso de produtos Existem mais de 40 tipos de segmentações possíveis. Tudo depende do tipo de ferramenta de automação que a sua plataforma de e-commerce está usando. Quais CRMs para e-commerce existem? Existem muitas opções e soluções de CRM para lojas virtuais no mercado. A maioria das ferramentas se posiciona como ferramentas de automação e de inbound marketing e não como ferramentas de CRM. Outras se posicionam como Cloud Marketing, por entenderem que trabalham com dados de cliente e automações em nuvem. Fora do Brasil, as ferramentas costumam se posicionar como e-CRM, ou seja: CRM para e-commerce. Aqui no Brasil existem muitas ferramentas que possuem integrações com diversas plataformas de e-commerce: Allin Lahar RD Station Pipz E-goi Todas são muito boas e nelas é possível criar muita coisa legal, desde réguas de relacionamento, pop-up, Landing Page para captura de leads, campanhas de e-mail e algumas possuem a possibilidade de impactar clientes em outros canais como mensagens no Facebook, SMS e Push. Mas a principal ferramenta de CRM para e-commerce é a Allin, pois o foco da ferramenta é totalmente em e-commerce, enquanto as outras são mais genéricas para poder atender outros segmentos. Quais vantagens tenho ao usar um CRM? A principais vantagens que você tem ao usar um CRM conectado a sua loja virtual são: Redução do CAC Compras recorrentes Aumento das vendas Aumento de vendas agregadas Aumento do ticket médio Aumento de conversão de leads Se você entende a importância de manter sua loja vendendo de forma recorrente e que a relação com os clientes é fundamental para que isso ocorra, você precisa usar uma ferramenta de CRM. Caso tenha ficado algum dúvida, estamos à disposição para ajudar. Se gostou, compartilhe.
O que é KPI e qual a importância para o seu e-commerce ?

A tradução literal de Key Performance Indicator (KPI) é Indicador Chave de performance. Como o nome diz, ele avalia a performance das ações dentro do seu negócio. Para entendermos melhor, KPI é um tipo de métrica que mede o desempenho de suas estratégias e processos de marketing, para ter controle dos resultados e entender o que precisamos modificar. Além de proporcionar aos colaboradores da empresa que entendam o quanto suas funções são essenciais para os resultados. Você pode medir número de visitas, tempo de navegação, interação, abandono de carrinho, conversão e etc. Existem muitos números que podem ser avaliados e medidos, mas você precisa saber quais são os mais relevantes para montar sua estratégia. Para isso, vamos entender um pouco melhor sobre KPIs. Diferenças entre métricas e KPI Apesar de parecer tratar do mesmo assunto, KPI e métrica não são a mesma coisa. As métricas avaliam questões pontuais sobre o comportamento dos visitantes dentro do site. KPI é um indicador criado a partir de métricas, para avaliar o sucesso dos resultados do seu negócio. De forma mais simples, as métricas apresentam resultados brutos e os KPI são criados a partir do cruzamento das métricas relevantes, que se tornam indicadores e ajudam na tomada de decisões dentro da empresa. Agora que já entendemos sobre o que se tratam as KPIs, vamos entender como elas funcionam e de que forma podemos aplicar em nosso negócio. Taxa de conversão É um KPI importantíssimo, afinal, é através de conversão que obtemos resultados. Esse indicador basicamente analisa o número de visitas do site versus o número de vendas realizadas. Afinal, de nada adianta termos números gritantes de visitantes na loja e obter um número baixo de vendas. A partir disso podemos avaliar porque o site não converte. Abandono de carrinho Esse é um indicador muito importante, o abandono de carrinho é um dos mais recorrentes problemas dentro dos e-commerces. Então o KPI nos ajuda a avaliar o comportamento do usuário dentro do site, até o momento que ele decide não finalizar a compra. Assim, conseguimos identificar se existe algum erro ou ter uma ideia de qual motivo está causando o abandono de carrinho. Taxa de rejeição Muitos acabam não avaliando esse indicador, mas a taxa de rejeição é essencial para entendermos se estamos fazendo tudo certo. A taxa de rejeição é o indicador que avalia o comportamento do usuário no site. Quando o visitante entra no site, mas não navega para outras páginas ou conteúdos do site, chamamos de taxa de rejeição. Isso pode ocorrer por inúmeros motivos, inclusive a velocidade com que as páginas carregam, e corrigir estes problemas é fundamental para aumentar a taxa de conversão. ROI O Retorno sobre o investimento (ROI), como o nome mesmo diz mede o retorno que você está recebendo sobre os investimentos em seu negócio. Esse indicador mostra qual ponto está fazendo ganhar ou perder dinheiro, o que ajuda muito na hora de decidir onde seguir investindo ou onde modificar a estratégia. Faça uma análise das KPIs que sejam relevantes para alavancar os resultados de seu e-commerce. Tem dúvidas? Entre em contato e teremos prazer em ajudar a melhorar os resultados do seu negócio!
Inbound marketing para e-commerce: Como criar uma estratégia

Quem já trabalha com estratégias para e-commerce já está acostumado a falar e viver o seu dia a dia com Inbound marketing. Não é mais novidade que essa modalidade é essencial para atrair e conquistar o interesse de novas pessoas para o nosso negócio. Com o Inbound para E-commerce entendemos o perfil do nosso cliente, desde suas necessidade, até as suas dores. Sabe que na teoria o Inbound nos ajuda a aproximar, conquistar e por fim transformar seu lead em um cliente. Mas na prática você sabe desenvolver a metodologia Inbound em seu negócio? Quem já trabalha com estratégias de marketing há algum tempo, está familiarizado com a metodologia baseada em interrupção, a ação direta de contato com o cliente conhecida como Outbound. No Inbound, muito mais do que agilidade, o objetivo da estratégia é fazer com que esse cliente percorra um caminho até entender a necessidade que tem pelo seu produto ou serviço. Para isso precisamos entender as etapas que existem no processo Inbound de Inbound para E-commerce, que se dividem em atrair, converter, fechar e encantar. Atrair Tendo em vista que você já criou a Buyer persona do seu negócio, vai ser com base nisso que você vai entender as necessidades e interesses de seu futuro cliente. Afinal, precisamos atrair pessoas que realmente sejam o perfil de público que o nosso negócio procura. Sabendo isso, precisamos entender que a metodologia Inbound é com base no orgânico, ou seja, precisamos de conteúdo. Esse conteúdo precisa ser atrativo e precisa gerar interesse imediato do nosso público para assim atrairmos ele a olhar para o nosso e-commerce. Converter Chegando nessa parte nós já conseguimos atrair o nosso público, mas precisamos fazer ele seguir em nosso planejamento, convertendo assim essas visitas no site em leads. Mas como segmentar um conteúdo, se não temos informações o bastante deste possível cliente? Por isso nesta etapa, vamos investir em conseguir mais informações sobre o nosso lead. Vamos investir em formulários, calls to action e landing pages para que o cliente nos forneça suas principais informações. Mas assim como na fase de atrair, precisamos manter o nosso foco em conteúdos atrativos que façam com que o nosso cliente clique nesses formulários e forneça o que estamos solicitando. São elas informações de telefone, e-mail, profissão e região, por exemplo, mas isso varia conforme o que você achar necessária saber de seu cliente. Fechar Aqui nesta etapa o cliente já está no fundo de funil, ou seja, ele já sabe que tem um problema e precisa resolver. Então é neste momento que você vai transformar esse lead finalmente em um cliente. Por isso, o momento de converter é tão importante, pois se você conseguiu as informações desse lead, você já sabe como convencê-lo que o seu produto ou serviço é o ideal. Através de e-mail marketing você pode criar um relacionamento com esse cliente e fazer com que ele tenha contato com o seu produto. Ele já está decidido que precisa comprar, você só precisa instigá-lo a finalizar essa compra e se tornar um cliente efetivamente. Encantar Nesta etapa esse lead já se converteu em um cliente, porém, a atenção e o planejamento continuam. Afinal, será a partir deste ponto que você vai fazer com o que o cliente mais do que conheça seu negócio, admire e confie no seu serviço. E se houver essa confiança, ele retornará e indicará sua marca para outras pessoas com as mesmas necessidades. É de extrema importância seguir nutrindo esse cliente com conteúdos elaborados e que sejam de seu interesse. Assim, vamos estabelecer uma relação de confiança com o nosso cliente. Agora que já entendemos as etapas que existem para que o processo Inbound de Inbound para E-commerce aconteça, precisamos ter em mente que a parte mais importante do Inbound é ter uma boa lista de contatos. E para construir esta lista, precisamos entregar um bom conteúdo para os nossos leads, como uma troca pelas informações que precisamos ter. Sabendo as etapas, agora precisamos entender quais as ferramentas que nos ajudam na hora de seguir no processo Inbound. Entre as mais usadas, podemos citar: Formulários Formulários, são questionários que contém campos de preenchimento de informações. Os formulários são criados conforme a necessidades de informação que você precisa para segmentar seu público com base na sua buyer persona. Você precisa criar um formulário pensando nas informações que são úteis para o seu tipo de negócio ou produto que comercializa. Não exagere na quantidade de espaços no formulário, afinal, precisamos que o nosso cliente queira responder todas as informações. Calls to Action Conhecidas popularmente como CTA´s, são ações que tem que ser bem desenvolvidas, pois precisam ser atrativas para que os clientes acessem. A CTA, é um link que leva o seu cliente a realizar uma ação dentro do seu site ou loja. Como por exemplo, um acesso para baixar e-book ou acessar um texto. Landing Pages Landing pages são páginas de aterrissagem, ou seja, uma página em que o cliente é enviado cheia de iscas para conversão. Todo o conteúdo de uma landing page precisa ser pensado diretamente pensando no perfil do cliente. Precisa ter um conteúdo atrativo, desde a parte visual, como cores vivas, imagens de boa qualidade e claro um conteúdo relevante. Agora que você já aprendeu a atrair, converter, fechar, encantar seu cliente e entendeu as ferramentas que podem lhe auxiliar. Você já pode construir uma boa estratégia de Inbound para o seu e-commerce. Ainda tem dúvidas? Entre em contato, nós da Tercerize queremos fazer do seu negócio mais um de nós nossos cases de sucesso.